CORRENTES DE POVOAMENTO DO BRASIL
Quando os portugueses se encontravam no Brasil, tinham como principal objetivo explorar os recursos naturais existentes no interior do país. Com base nessa afirmação, fica claro o desprovimento de interesse em povoar o novo território. Isso favoreceu o não surgimento de centros urbanos (cidades) de relevância, com exceção de algumas vilas e cidades de pequeno porte que emergiram na costa nordeste do Brasil, além de toda produção agropecuária que formou ao redor.
No século XVI o principal produto brasileiro era o açúcar, fato que favorecia a ocupação somente da faixa litorânea do país, uma vez que o escoamento da produção se dava por meio do oceano Atlântico. Com o cultivo da cana-de-açúcar, fez-se necessária a expansão das fronteiras agrícolas. Diante do fato, as policulturas foram cultivadas em áreas mais interioranas para dar lugar à produção monocultora.
Cem anos depois, entre os séculos XVII e XIII, houve o período denominado de aurífero, no qual as caravanas se voltaram para o interior do Brasil em busca de pedras preciosas como ouro e diamante, por exemplo. Nesse momento, foram desbravados territórios que correspondem hoje aos estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. As cidades que surgiam por causa da extração mineral promoviam certa aglomeração, no entanto, logo após os minérios se esgotarem, as mesmas ficavam praticamente desertas.
Um século depois, após iniciativas do governo para ocupar a área e impedir que a mesma fosse invadida por um dos países vizinhos, a região Sul foi povoada por imigrantes. No século XIX, o produto de grande expressão para o país deixou de ser a cana-de-açúcar e passou a ser o café, fato que proporcionou o povoamento do estado de São Paulo e o norte do Paraná. Com o declínio do café, o capital gerado pelo produto migrou para a produção industrial, especialmente na região sudeste. A partir daí, houve um elevado desenvolvimento das ferrovias. Mais tarde, com a instalação da indústria automobilística, ocorreu a construção de rodovias, favorecendo ainda mais o povoamento do país.
Esses foram os principais momentos da urbanização brasileira, apesar de que os fatos históricos apresentados foram sintetizados com o objetivo de dinamizar o estudo geo-histórico do Brasil.
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CORRENTES DE POVOAMENTO DA ARGENTINA
O território que hoje constitui a República Argentina foi descoberto, explorado e colonizado pela coroa espanhola, mas nem todas suas regiões foram colonizadas por homens que chegaram diretamente da Espanha. Como nosso solo estava num extremo do território sobre o qual avançava a conquista, grande parte dos colonizadores vieram de outros povoamentos.
Desde o século XVI até 1810 se desenvolveram sobre o território argentino três ondas imigratórias:
• Onda Imigratória do leste: vinha diretamente da Espanha, chegou através do Rio da Prata e do Paraná. Foi encarregada da fundação de cidades como Buenos Aires, Assunção do Paraguai, Santa Fe, Corrientes e Paraná.
• Onda Imigratória do Norte: descia do Peru e atravessava a Quebrada de Humahuaca, dando origem às cidades de: Santiago do Estero, San Miguel de Tucumán, Córdoba, Salta, San Fernando do Valle de Catamarca, La Rioja e San Salvador de Jujuy. Caracterizou–se por um desenvolvimento urbano e cultural com povoamento e crescimento econômico.
• Onda Imigratória do Oeste: Sua chegada a partir do Chile deu início ao nascimento de cidades como Mendoza, San Juan e San Luis.
Em 1700 havia no Vice–Reino do Rio da Prata uns 2.500 europeus. No princípio de 1810 eram apenas uns 6.000, de um total de população de 700.000 habitantes no atual território nacional. Diferentemente do processo de conquista desenvolvido pelos britânicos nos Estados Unidos, baseado no estabelecimento de colônias agrícolas, os espanhóis tiveram tendência à colonização urbana e deixaram territórios sem ocupar como Chaco, Patagônia e a Pampa, o que incidiu no desenvolvimento demográfico de forma determinante.
domingo, 7 de novembro de 2010
Cultura índigena
Os Índios do Brasil formam um Povo. São muitos Povos Diferentes de Nós. Possuem Hábitos, costumes e Línguas Próprias e,por isso, todos os cntrariam por viver da própria maneira.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, Viviam Aqui Cerca de 5 Milhões de índios. Como Pelos trazidas Doenças e Europeus de Lutas constantes Entre Índios e brancos fizeram com desaparecessem Que muitos Grupos.
Atualmente não existem aproximadamente Brasil 240 mil Índios, in Distribuídos Cerca de 180 Diferentes Grupos.
Encontram-se in TODO o Território Brasileiro, com exceção apenas do Distrito Federal e dos los Estados do Piauí e Rio Grande do Norte.
Grupos Existem Que Indígenas, Por estarem in permanent contato uma com a Sociedade Nossa, adotaram muitos Hábitos e costumes da cultura Nossa, o português falam, Usam Produtos industrializados Mas NEM ISSO Por deixam de Indios ser. Grupos Ainda Existem Que Mantem Contatos apenas ocasionais com OS brancos e FINALMENTE, Grupos Que nao Contato com dez QUALQUÉR uma Sociedade, trajes NOSSOS desconhecendo e Lingua.
Como Exemplo de cultura indígena, convém ressaltar um dos Yanomami, considerados hum dos Grupos Indígenas Mais primitivos da América do Sul.
Os dez Yanomami Como Território tradicional extensa área da Floresta Brasil não tropicais e nd Venezuela. Possuem UMA Torno in População de 25,000 Índios. Não existem Brasil Cerca de 10,000 Situados Yanomami nsa los Estados do Amazonas e de Roraima. Falam uma Língua Yanomami e vivos Ainda Mantem OS SEUS Usos, Tradições e costumes.
Vivem, in Grandes casas comunais. A maloca Consiste n'uma Moradia Redonda, cônico topo COM, COM UMA Praça Aberta AO centro. Varias Famílias Vivem soluço o teto Comum circular, SEM OS paredes Dividindo Espaços ocupados. O numero de moradores varia Entre Trinta Pessoas e cem.
Desde de a década de 70, com uma Construção da estrada Perimetral Norte Território Seu Cortando, uma Operação de mineradores e Hoje, uma Presença de milhares de garimpeiros dez Resultado nd destruição da Floresta e trazido muitas Doenças parágrafo OS Yanomami, Cuja População estabele Seria soluço ameaça de desaparecimento.
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO - CEDOC FUNDAÇÃO NACIONAL DO INDIO - FUNAI
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, Viviam Aqui Cerca de 5 Milhões de índios. Como Pelos trazidas Doenças e Europeus de Lutas constantes Entre Índios e brancos fizeram com desaparecessem Que muitos Grupos.
Atualmente não existem aproximadamente Brasil 240 mil Índios, in Distribuídos Cerca de 180 Diferentes Grupos.
Encontram-se in TODO o Território Brasileiro, com exceção apenas do Distrito Federal e dos los Estados do Piauí e Rio Grande do Norte.
Grupos Existem Que Indígenas, Por estarem in permanent contato uma com a Sociedade Nossa, adotaram muitos Hábitos e costumes da cultura Nossa, o português falam, Usam Produtos industrializados Mas NEM ISSO Por deixam de Indios ser. Grupos Ainda Existem Que Mantem Contatos apenas ocasionais com OS brancos e FINALMENTE, Grupos Que nao Contato com dez QUALQUÉR uma Sociedade, trajes NOSSOS desconhecendo e Lingua.
Como Exemplo de cultura indígena, convém ressaltar um dos Yanomami, considerados hum dos Grupos Indígenas Mais primitivos da América do Sul.
Os dez Yanomami Como Território tradicional extensa área da Floresta Brasil não tropicais e nd Venezuela. Possuem UMA Torno in População de 25,000 Índios. Não existem Brasil Cerca de 10,000 Situados Yanomami nsa los Estados do Amazonas e de Roraima. Falam uma Língua Yanomami e vivos Ainda Mantem OS SEUS Usos, Tradições e costumes.
Vivem, in Grandes casas comunais. A maloca Consiste n'uma Moradia Redonda, cônico topo COM, COM UMA Praça Aberta AO centro. Varias Famílias Vivem soluço o teto Comum circular, SEM OS paredes Dividindo Espaços ocupados. O numero de moradores varia Entre Trinta Pessoas e cem.
Desde de a década de 70, com uma Construção da estrada Perimetral Norte Território Seu Cortando, uma Operação de mineradores e Hoje, uma Presença de milhares de garimpeiros dez Resultado nd destruição da Floresta e trazido muitas Doenças parágrafo OS Yanomami, Cuja População estabele Seria soluço ameaça de desaparecimento.
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO - CEDOC FUNDAÇÃO NACIONAL DO INDIO - FUNAI
Cultura afro-brasileira

O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África e, por isso, a cultura desse país exerce grande influência, principalmente na região nordeste do Brasil. Hoje, a cultura afro-brasileira é resultado também das influências dos portugueses e indígenas, que se manifestam na música, religião e culinária.
Devido à quantidade de escravos recebidos e também pela migração interna destes, os estados de Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados.
No início do século XIX, as manifestações, rituais e costumes africanos eram proibidos, pois não faziam parte do universo cultural europeu e não representavam sua prosperidade. Eram vistas como retrato de uma cultura atrasada. Mas, a partir do século XX, começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente nacionais e hoje fazem parte do calendário nacional com muitas influências no dia a dia de todos os brasileiros.
Em 2003, a lei nº 10.639 passou a exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluíssem no currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira. Para ajudar na criação das aulas e na abordagem pelos professores, o Sinpro-SP preparou um site com várias dicas e material para estudo.
Música
A principal influência da música africana no Brasil é, sem dúvidas, o samba. O estilo hoje é o cartão-postal musical do país e está envolvido na maioria das ações culturais da atualidade. Gerou também diversos sub-gêneros e dita o ritmo da maior festa popular brasileira, o Carnaval.
Mas os tambores de África trouxeram também outros cantos e danças. Além do samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à Congada, Cavalhada e Moçambique. Sons e ritmos que percorrem e conquistam o Brasil de ponta a ponta.
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
O samba é a principal influência da cultura africana e cartão-postal musical do Brasil AmpliarCapoeira
Inicialmente desenvolvida para ser uma defesa, a capoeira era ensinada aos negros cativos por escravos que eram capturados e voltavam aos engenhos. Os movimentos de luta foram adaptados às cantorias africanas e ficaram mais parecidos com uma dança, permitindo assim que treinassem nos engenhos sem levantar suspeitas dos capatazes.
Durante décadas, a capoeira foi proibida no Brasil. A liberação da prática aconteceu apenas na década de 1930, quando uma variação (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente Getúlio Vargas, em 1953, pelo Mestre Bimba. O presidente adorou e a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”.
Religião
A África é o continente com mais religiões diferentes de todo o mundo. Ainda hoje são descobertos novos cultos e rituais sendo praticados pelas tribos mais afastadas. Na época da escravidão, os negros trazidos da África eram batizados e obrigados a seguir o Catolicismo. Porém, a conversão não tinha efeito prático e as religiões de origem africana continuaram a ser praticadas secretamente em espaços afastados nas florestas e quilombos.
Na África, o culto tinha um caráter familiar e era exclusivo de uma linhagem, clã ou grupo de sacerdotes. Com a vinda ao Brasil e a separação das famílias, nações e etnias, essa estrutura se fragmentou. Mas os negros criaram uma unidade e partilharam cultos e conhecimentos diferentes em relação aos segredos rituais de sua religião e cultura.
As religiões afro-brasileiras constituem um fenômeno relativamente recente na história religiosa do Brasil. O Candomblé, a mais tradicional e africana dessas religiões, se originou no Nordeste. Nasceu na Bahia e tem sido sinônimo de tradições religiosas afro-brasileiras em geral. Com raízes africanas, a Umbanda também se popularizou entre os brasileiros. Agrupando práticas de vários credos, entre eles o catolicismo, a Umbanda originou-se no Rio de Janeiro, no início do século 20.
Culinária
Outra grande contribuição da cultura africana se mostra à mesa. Pratos como o vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, sarapatel, baba de moça, cocada, bala de coco e muitos outros exemplos são iguarias da cozinha brasileira e admirados em todo o mundo.
Mas nenhuma receita se iguala em popularidade à feijoada. Originada das senzalas, era feita das sobras de carnes que os senhores de engenhos não comiam. Enquanto as partes mais nobres iam para a mesa dos seus donos, aos escravos restavam as orelhas, pés e outras partes dos porcos, que misturadas com feijão preto e cozidas em um grande caldeirão, deram origem a um dos pratos mais saborosos e degustados da culinária nacional.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
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